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De olho no taxímetro

Novas tecnologias têm sido utilizadas para adulterar taxímetros e lesar passageiros

- 01/02/2012




 

Fiscais da prefeitura e agentes do IPEM - Instituto de Pesos e Medidas identificaram uma nova modalidade de fraude nos táxis de São Paulo: a instalação de um dispositivo eletrônico que leva o taxímetro a fazer uma leitura maior da quilometragem, registrando um valor mais alto do que aquele que deveria ser pago pelo passageiro.

Segundo a assessoria do IPEM, foram constatados apenas dois casos no ano passado, indicando que a fraude é provocada à distância, por um dispositivo de controle remoto, afetando a parte mecânica do taxímetro que é acoplada à roda do veículo. No momento da fraude, uma onda de radiofrequência interfere na leitura dos giros da roda e, consequentemente, dos valores a serem pagos pelo passageiro.

Apesar de se restringir a apenas alguns casos, o evento termina por arranhar a imagem da categoria. Por isso é importante que o taxista tenha sempre à mostra para seus passageiros a sua licença de funcionamento da prefeitura, que garante a legalidade do veículo junto aos órgãos de fiscalização.

A punição pode ser severa

Em 2011, foram realizadas pelo DTP - Departamento de Transporte Público um total de 97.734 fiscalizações de táxis na cidade, que resultaram na apreensão de 486 unidades
que prestavam serviços de modo clandestino na cidade.

Segundo a assessoria do DTP, as blitzes de fiscalização são rotineiras e abrangem documentação dos condutores, procedimentos e condutas dos permissionários, além da parte documental e de segurança dos veículos.

Em casos de detecção de fraude pelo IPEM, o taxímetro é apreendido e inutilizado e o proprietário recebe multa que varia de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

 


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