Acidente de trânsito é a principal
causa de morte em São Paulo

Pela primeira vez em 20 anos, os acidentes
de trânsito assumiram o ranking de
principal causa de morte não natural no
Estado de São Paulo, segundo dados divulgados
pela Fundação SEADE.
Esse número vem comprovar que, apesar da
queda no número de acidentes fatais que o Estado
vem experimentando desde 1988, onde
a maior estatística indicava 25 óbitos diários,
é preciso buscar novas alternativas capazes
de combater o problema. A aplicação do novo
Código de Trânsito realizada nesse mesmo ano
conseguiu reduzir significativamente a média,
que passou para 20,1 ocorrências fatais, para
cada 100 mil habitantes.
Contudo, de 1998 a 2007, a taxa de mortalidade
no trânsito se manteve estável, girando em torno
de 18,3 óbitos por 100 mil. Mesmo com a mplantação
da Lei Seca, em junho de 2008, a redução
de mortes foi muito pequena, passando de 18,3 para 18 óbitos a cada 100 mil habitantes.
Vale ressaltar que durante o período de
1996 a 2008, o número de mortes provocadas
por atropelamentos caiu pela metade:
de 10,1 para 5,1 mortes por 100 mil
habitantes. A média das ocorrências com
outros tipos de veículos (automóveis, ônibus,
caminhonete, entre outros) também
apresentou queda significativa: de 15,3
para 9,5 óbitos por 100 mil habitantes.
Como resultado final, os números são
estarrecedores: nesses últimos 20 anos,
o trânsito paulista já vitimou 150 mil
pessoas, equivalente à população da cidade
de São Caetano, no ABC Paulista.
Prefeitura quer padronizar
a cobertura
dos pontos

AEMURB (Empresa Municipal de Urbanização)
vem trabalhando há bastante
tempo na elaboração de um decreto para
padronizar as coberturas dos pontos de táxi e
facilitar o acesso para pedestres e pessoas com
mobilidade reduzida na cidade de São Paulo.
Contudo, muitos taxistas, após permissão
do DTP (Departamento de Transporte Público)
para estabelecer um ponto de táxi e sinalizá-lo
através de pintura na rua, em face da indefinição
da empresa municipal, terminam, por iniciativa
própria, construindo a cobertura para o ponto.
Entretanto, é preciso que a categoria fique
atenta, pois apenas a Emurb tem autorização
para realizar esse tipo de construção e a multa
para cobertura irregular pode chegar ao salgado
valor de R$10 mil.
Segundo a diretora de Projetos, Meio Ambiente
e Paisagem Urbana da EMURB, Regina
Monteiro, o novo decreto deverá ser publicado
em cerca de dois meses.
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