ESTADOS UNIDOS
Etanol brasileiro poderá ganhar espaço no mercado americano



Simpático às causas ambientais, o novo presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, poderá fazer com que os Estados Unidos se tornem patrocinadores de novas fontes de energias renováveis. Com um consumo anual de 30 bilhões de litros de etanol (contra 25 bilhões do Brasil), a principal potência mundial tem como meta atingir um consumo de 136 bilhões de litros até o ano de 2022. Caso essas metas sejam mantidas, é muito provável que seja necessária a importação de etanol brasileiro, com a consequente redução da tarifa de U$0,54 que o produto recebe hoje no mercado norte-americano..

JAPÃO
Novo híbrido da Toyota chega ao mercado em 2010

A Toyota promete produzir até 2010 um híbrido que poderá ser plugado na tomada para carregar a bateria. A proposta é um passo adiante dos atuais híbridos que dependem do motor a combustível para carregar as baterias e alcançar maior velocidade. O novo motor vai usar baterias de íon-lítio e terá maior autonomia, permitindo que o veículo percorra maiores distâncias movido apenas à eletricidade. Dentro desse processo, a montadora está desenvolvendo um novo modelo de bateria, chamado de NiMH e que deverá estar presentes em todos os seus modelos até 2029.

FRANÇA
Louvre bate recorde de público em 2008



O museu do Louvre, em Paris, superou em 2008 o seu próprio recorde de visitantes por ano, quando recebeu cerca de 8,5 milhões de pessoas, aproximadamente 200 mil a mais do que em 2007, mantendo a posição de um dos museus mais visitado do mundo. O aumento exponencial do público que vem acontecendo já alguns anos deve-se muito ao espetacular acervo permanente do museu e, de modo particular, à obra “Monalisa”, de Leonardo da Vinci, que atrai mais da metade dos visitantes.

ESTADOS UNIDOS
Os novos carregadores verdes

Para superar esse problema que acompanha a evolução tecnológica, a Intel está desenvolvendo Gadgets auto-sustentáveis, ou auto-carregáveis, a partir de energias alternativas como o calor do corpo, o movimento do ar e até mesmo as ondas das antenas de telefonia. A ideia vem de pequenos sensores utilizados pela medicina que, implantados nos pacientes, são capazes de armazenar e transmitir informações do corpo sem a utilização de baterias. Testes utilizando a energia solar e o calor do corpo já estão em andamento e espera-se uma
comercialização de aparelhos com esta tecnologia entre três e cinco anos.

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