O Metrô no Mundo e em São Paulo

Enfrentar grandes congestionamentos não é uma novidade no conturbado mundo moderno. Já no inicio do século 19, as ruas de Londres estavam completamente travadas por milhares de carroças, carruagens e ônibus de dois andares puxados a cavalos. Para enfrentar esse grave problema, o poder público local decidiu canalizar o transporte público para debaixo do solo e no dia 10 de janeiro de 1863 o novo sistema passou a funcionar com a Metropolitan
Railway, de onde surgiu o termo “Metrô”.
Europa
Outras importantes cidades da Europa também terminaram por adotar o novo sistema de transporte subterrâneo desenvolvido pelos londrinos. A inauguração do Metrô de Budapeste, em 1896, aconteceu em um prazo recorde de dois anos e tinha uma extensão de 3,7km. Em Paris, a primeira linha da rede do Metrô foi inaugurada em 1900. E no ano de 1902 o Metrô de Berlim entrou em funcionamento, utilizando o termo “U-Bahn”, “linha subterrânea” em alemão.
América
Nos EUA, a cidade de Boston foi a primeira a contar com uma rede do Metropolitano. Construído no ano de 1897, o Metrô tinha apenas duas estações. Atualmente essa linha está integrada na Green Line do Metrô de Boston. O Metrô de Nova Iorque, hoje em dia o maior do mundo, foi inaugurado em 1904 e tinha uma extensão de apenas 14,4 km desde City Hall até à 145th Street.
O Metrô de São Paulo
Com uma população de cerca de onze milhões de habitantes, a cidade de São
Paulo conta com uma pequena rede de Metrô, se comparada com cidades como Nova Iorque, Tóquio ou mesmo a Cidade do México.
As construções das linhas começaram apenas no ano de 1968 e no ano de 1972 foi realizada a primeira viagem da hoje denominada Linha Azul. Devido à sua fundamental importância para agilizar o trânsito das pessoas pela cidade, o Metropolitano paulista tem sido apontado por quase todos os candidatos à prefeitura nas eleições desse ano, como uma das principais alternativas para minimizar o caos no trânsito urbano.
Acompanhe no quadro abaixo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC, que coloca os Metrôs de São Paulo e Rio de Janeiro entre os mais caros do mundo.
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