Lei seca
Bebeu, vá de táxi

A lei 11.705/08 entrou em vigor no dia 20/06 e passou a classificar como falta gravíssima dirigir com qualquer teor alcoólico no sangue. A infração vale uma multa de R$ 957,65, sete pontos na carteira, suspensão do direito de dirigir por um ano, apreensão da carta de motorista e retenção do veículo até apresentação de condutor habilitado.
Com a promulgação da nova lei, o Brasil passa a figurar ao lado de países como Suécia e Noruega, que apresentam as menores taxas de tolerância do mundo em relação ao consumo de álcool por motoristas, também com tolerância na faixa dos dois decigramas por litro.
Outros países, como a França e os EUA, apresentam legislações bastante semelhantes à brasileira no que se refere à fiscalização e controle, mas muito diferentes em relação às multas, bem superiores às propostas aqui e com taxas de tolerância também muito mais flexíveis. A legislação francesa tolera até cinco decigramas por litro (equivalente à duas taças de vinho) e a americana fica na faixa dos oito decigramas.
A nova legislação proíbe ainda a venda de bebidas alcoólicas nas zonas rurais de rodovias federais, estaduais e municipais. Caso o comerciante desrespeite a proibição estará sujeito a pagar uma multa de R$ 1,5 mil, e se depois disso for pego mais uma vez, terá o seu estabelecimento fechado por um ano.
Quem deseja sair e beber com os amigos, além dos táxis, que sempre são uma excelente alternativa de transporte, poderá contar com um novo serviço de apoio ao motorista. Batizado de “Já pra casa”, o serviço promete conduzir quem tomou uns goles a mais e também o seu veículo até em casa. Para conhecer o “Já pra casa” visite o site www.japracasa.com.br.

Urbanidade
Canteiro de flores no Minhocão

Uma proposta, que deverá ser colocada em prática em três meses, irá melhorar a paisagem do Elevado Costa e Silva inaugurado em 1971. O projeto, com um custo estimado de R$140 mil prevê o plantio de pelo menos quatro tipos de trepadeiras e damas-da-noite, que irão ser colocadas ao longo das muretas do Minhocão, no Centro de São Paulo.
As plantas chegarão às muretas através de vinte e cinco postes que serão instalados nas calçadas da Avenida Olímpio da Silveira, sob o elevado, cobrindo apenas 1,5km da via. O secretário de Subprefeituras, Andrea Matarazzo, afirma que se a proposta der certo todos os 3,5 quilômetros do elevado irão ser revitalizados com a vegetação.
Todo o dinheiro que será usado no projeto vem da economia realizada com a substituição da iluminação do elevado, que se iniciou em dezembro do ano passado. Foram substituídas 832 luminárias de vapor de mercúrio por 416 lâmpadas de vapor de sódio. De acordo com a Coordenação de Subprefeituras, essa substituição resultou em uma queda de consumo de energia de 228 quilowatts por hora para 72 quilowatts por hora, o que representa uma economia de R$127,9 mil.
Agora, flores azuis, amarelas, vermelhas e rosas, devem se destacar no cinza sem vida que prevalece hoje no elevado, que é a principal ligação entre as regiões Leste e Oeste da cidade de São Paulo.

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